- Sentado na cama, vai tirando toda a roupa, arrotando, peidando e jogando tudo no piso em frente
- Cheira as meias e a cueca, para após lançá-las sobre o montinho formado
- Vai pelado até o banheiro
- Se encontra a esposa no caminho, balança o pinto imitando um ventilador
- Para de frente ao espelho para ver o físico
- Encolhe a barriga
- Faz pose de halterofilista
- Checa o tamanho do pinto
- Por fim, coça o saco
- Entra na ducha
- Não se preocupa com toalhas. Se não tiver por ali uma de banho, vai se secar com a de rosto mesmo
- Lava o rosto com sabão
- Se mata de rir com o eco que faz dentro do box quando peida
- No banho, deixa cabelos do saco no sabão
- Lava o cabelo com qualquer xampu
- Não usa condicionador
- Faz um penteado punk
- Sai da ducha para ver no espelho como ficou seu penteado punk
- Morre de rir
- Mija dentro do box
- Faz toda a vizinhança ouvir quando assoa o nariz dentro do box
- Tira o xampu e sai imediatamente da ducha
- Não se dá conta de que todo o banheiro está molhado pois, tomou banho com o box aberto
- Quase seco, pára outra vez diante do espelho
- Contrai os músculos e revisa o tamanho do pinto
- Coça o saco
- Sai do banheiro e deixa a luz acesa
- Deixa pegadas molhadas com espuma de sabão
- Volta para o quarto
- Se encontra a esposa no caminho, volta a balançar o pinto, imitando ventilador
- Dá um tapa na bunda da esposa
- Chuta as roupas que estão no piso do quarto para um canto
- Quatro minutos depois está vestido, pronto e perguntando se a esposa ainda vai demorar muito.
segunda-feira, 13 de setembro de 2010
O BANHO DOS HOMENS
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
O marketing do urubulino
Enviado por luisnassif, sab, 04/09/2010 - 10:04 Ontem passei a tarde toda no Departamento de Ciências Políticas da Universidade Federal de Minas Gerais, com o grupo de pesquisa "Opinião Pública, Marketing Político e Comportamento Eleitoral", da professora Mara Telles. No primeiro encontro, participação de professores e alunos; no segundo, alunos do curso de extensão em marketing político.
Encontro proveitoso para checar teses, receber análises e informações.
Da parte do grupo, curiosidade total para entender o que se passa com a campanha de José Serra. Não é normal tantos erros cometidos, segundo Mara Telles.
Assim que Serra entra no ar, os telespectadores devem entrar em pânico, diz ela. Não passa uma mensagem positiva.
Por exemplo, há duas maneiras de falar em saúde. Pode-se falar mostrando pessoas saudáveis, falando em prevenção, associando vida saudável à natureza do Brasil, falar de um país saudável. Serra só fala em doença.
- Imagine o candidato entrando na casa da pessoa e dizendo, "você que é deficiente, você que perdeu o filho, você que é drogado..." Quem está nessa situação, desliga correndo. Quem não está, desliga também.
O viés da chamada "síndrome do urubu" percorre todas as falas de Serra e todos os programas do candidato no horário gratuito.
Sem contar as falhas óbvias, como a favela artificial e o texto sobre o candidato que "come" (o texto tentava comparar pessoas usando o "como": saiu Serra dizendo que "como fulano, como sua esposa, como beltrano").
Me pedem explicações. Confesso que não tenho resposta. Soube outro dia do desânimo do pessoal da GW para refazer os derradeiros programas da campanha.
Mas, pelo que conheço de Serra, a explicação é a seguinte:
Serra tem enorme falta de discernimento sobre temas mais comezinhos, frutos de uma insegurança cavalar. É inseguro e também morre de medo de passar essa imagem. Consequência: trava, não ouve para não expor suas dúvidas.
Não consegue ouvir duas, três pessoas com opiniões divergentes, e arbitrar.
Para fugir dessas restrições psicológicas, para cada tema, aposta cegamente em alguém e não admite discussões em torno do que foi deliberado. No caso do marketing de campanha, o guru foi Luiz Gonzales, da GW.
Mas a culpa não é apenas dele, mas do próprio candidato.
Quem define discurso político é político. Serra nunca conseguiu definir sua cara política. Nos quatro anos de governador do mais importante estado da federação, dentro do pacto espúrio com a mídia, terceirizou seu discurso.
Virou uma mula-sem-cabeça. Parte da sua tropa de choque era composto por analistas... mercadistas – com ideias contra as quais Serra lutou toda a vida. Toca Jabor, Mirian, Sardenberg, Merval e outros defendendo o livre mercado contra a estatização e apresentando Serra como o grande campeão branco de sua causa.
E Serra tem cabeça mais autárquica que da Dilma.
Sem o fio condutor das suas ideias norteando o discurso, o apoio da mídia foi canalizado para bordões ideológicos e... escândalos; preconceito raso e... escândalos; cegueira contra pontos positivos do governo e... escândalos. Tudo isso sem a menor visão sobre as mudanças que estavam sendo processadas na economia, na sociedade e no jogo político.
E nem se pense que tudo foi feito à revelia de Serra.
Na ponta política dos escândalos, todos os políticos eram diretamente ligados a ele, de Itagiba a Jungmann, de Álvaro Dias a Agripino.
Mais que isso: tendo o maior aparato que a velha mídia já montou em apoio a um candidato (nem FHC conseguiu essa unanimidade) foi incapaz de aproveitar a visibilidade. Não montou um modelo de governo palpável, uma ideia nova – a não ser o carnaval da lei antifumo, que desapareceu no burburinho da campanha.
Lembro-me certa vez do Jornal Nacional, do sutilíssimo Ali Kamel dedicar quatro minutos a uma delegacia de defesa da mulher em São Paulo. E toca uma delegada a falar do apoio de São Paulo à mulher com um símbolo do governo do estado ao fundo. Tudo por absoluta falta de assunto.
Ou seja, até na sua única especialidade – acompanhar obsessivamente a mídia – Serra só conseguia caminhar no negativismo. Não sabia como tirar partido da mídia para mostrar ideias, programas inovadores. Apenas para identificar críticos e pedir sua cabeça às direções de redação.
Ontem, uma moça de Goiânia – aluna do curso de extensão -, tucana doente, estava quase às lágrimas buscando argumentos em favor de Serra. Sempre foi bem avaliado em São Paulo, chegou onde chegou, não pode ser medíocre, dizia insistentemente. Estava desesperada atrás de um argumento para ficar a favor. Tudo o que tinha à mão era uma imagem artificial, construída pela mídia em torno de bordões (o bom gestor) sem fatos palpáveis para consolidar a convicção.
Depois, soube de seu drama: depois que começou a propaganda eleitoral, a própria mãe desistiu de votar em Serra.
Outro dia lembrava da campanha de Mário Covas, conduzida pelo próprio Gonzales. O primeiro turno foi medíocre. Covas acabou indo para o segundo graças ao IBOPE.
No segundo, o candidato se rebelou e resolveu politizar a campanha, deixando para o marqueteiro o que é de marqueteiro: vestir as ideias do candidato com uma boa roupagem.
Lembro-me, por aqueles dias, de um jantar com o Júlio Semeghini, que me falou do governo eletrônico que estava sendo implementado pelo Yoshiaki Nakano. Escrevi sobre o tema e recebei muitos emails de pessoas dizendo que queriam votar em Covas, mas não tinham argumentos para tal. E agora, passavam a ter. Isso se deu no ambiente restrito da minha coluna. Presumo que no ambiente amplo da campanha, foi o que ocorreu quando Covas assumiu as rédeas do conteúdo - algo que Serra não conseguiu, por não ter conteúdo.
Outro aluno do curso montou o jornalzinho de propaganda eleitoral de um candidato a deputado estadual. Nas oito páginas, fotos do candidato com Aécio Neves e uma história em quadrinhos do candidato com Lula e Dilma. Em uma das matérias, o candidato (que já é deputado) se apresentava como co-autor do futuro PAC2 para sua região.
Explicação do marqueteiro: "Política não é teoria não. É para alcançar resultados práticos".
Na saída, a melhor explicação para o suposto apoio de Aécio a Serra.
Quando da última visita de Serra a Minas, o Estado de Minas estampou duas páginas inteiras discutindo um besteirol do Serra: sua afirmação, em uma coletiva, que não conseguia entender sotaque de mineiro.
terça-feira, 7 de setembro de 2010
Porque as mulheres enlouquecem os homens?
Porque as MULHERES enlouquecem os homens???
Mulher - Onde você vai?
Homem - Vou sair um pouco.
Mulher - Vai de carro?
Homem - Sim.
Mulher - Tem gasolina?
Homem - Sim.... coloquei.
Mulher - Vai demorar?
Homem - Não... coisa de uma hora.
Mulher - Vai a algum lugar específico?
Homem - Não... só rodar por aí.
Mulher - Não prefere ir a pé?
Homem - Não... vou de carro.
Mulher - Traz um sorvete pra mim!
Homem - Trago... que sabor?
Mulher - Manga.
Homem - Ok.. na volta eu passo e compro.
Mulher - Na volta?
Homem - Sim... senão derrete.
Mulher - Passa lá, compra e deixa aqui..
Homem - Não... melhor não! Na volta... é rápido!
Mulher - Ahhhhh!
Homem - Quando eu voltar eu tomo com você!
Mulher - Mas você não gosta de manga!
Homem - Eu compro outro... de outro sabor.
Mulher - Aí fica caro... traz de cupuaçu!
Homem - Eu não gosto também.
Mulher - Traz de chocolate... nós dois gostamos.
Homem - Ok! Beijo... volto logo....
Mulher - Ei!
Homem - O que?
Mulher - Chocolate não... Flocos...
Homem - Não gosto de flocos!
Mulher - Então traz de manga prá mim e o que quiser prá você.
Homem - Foi o que sugeri desde o começo!
Mulher - Você está sendo irônico?
Homem - Não tô não! Vou indo.
Mulher - Vem aqui me dar um beijo de despedida!
Homem - Querida! Eu volto logo... depois.
Mulher -
Depois não... quero agora!
Homem - Tá bom! (Beijo.)
Mulher - Vai com o seu ou com o meu carro?
Homem - Com o meu.
Mulher - Vai com o meu... tem cd player... o seu não!
Homem - Não vou ouvir música... vou espairecer...
Mulher - Tá precisando?
Homem - Não sei... vou ver quando sair!
Mulher -
Demora não!
Homem - É rápido... (Abre a porta de casa.)
Mulher - Ei!
Homem - Que foi agora?
Mulher - Nossa!!! Que grosso! Vai embora!
Homem - Calma... estou tentando sair e não consigo!
Mulher - Porque quer ir sozinho? Vai encontrar alguém?
Homem - O que quer dizer?
Mulher - Nada... nada não!
Homem - Vem cá... acha que estou te traindo?
Mulher - Não... claro que não... mas sabe como é?
Homem - Como é o quê?
Mulher - Homens!
Homem - Generalizando ou falando de mim?
Mulher - Generalizando.
Homem - Então não é meu caso... sabe que eu não faria isso!
Mulher - Tá bom... então vai.
Homem - Vou.
Mulher - Ei!
Homem - Que foi, cacete?
Mulher - Leva o celular, estúpido!
Homem - Prá quê? Prá você ficar me ligando?
Mulher - Não... caso aconteça algo, estará com celular.
Homem - Não... pode deixar...
Mulher - Olha... desculpa pela desconfiança, estou com saudade, só isso!
Homem - Ok, meu amor...
Desculpe-me se fui grosso. Tá.. eu te amo!
Mulher - Eu também! Posso futricar no seu celular?
Homem - Prá quê?
Mulher - Sei lá! Joguinho!
Homem - Você quer meu celular prá jogar?
Mulher - É.
Homem - Tem certeza?
Mulher - Sim.
Homem - Liga o computador... lá tem um monte de joguinhos!
Mulher - Não sei mexer naquela lata velha!
Homem - Lata velha? Comprei pra a gente mês passado!
Mulher - Tá..ok... então leva o celular senão eu vou futricar...
Homem - Pode mexer então... não tem nada lá mesmo...
Mulher - É?
Homem - É.
Mulher - Então onde está?
Homem - O quê?
Mulher - O que deveria estar no celular mas não está...
Homem - Como!?
Mulher - Nada! Esquece!
Homem - Tá nervosa?
Mulher - Não... tô não...
Homem - Então vou!
Mulher - Ei!
Homem - O que ééééééé, caralho?
Mulher - Não quero mais sorvete não!
Homem - Ah é?
Mulher - É!
Homem - Então eu também não vou sair mais não!
Mulher - Ah é?
Homem - É.
Mulher - Oba! Vai ficar comigo?
Homem - Não vou não... cansei... vou dormir!
Mulher - Prefere dormir do que ficar comigo?
Homem - Não... vou dormir, só isso!
Mulher - Está nervoso?
Homem - Claro, porra!!!
Mulher - Porque você não vai dar uma volta para espairecer?
Homem - Ah, vai tomar no c...
Mulher - Onde você vai?
Homem - Vou sair um pouco.
Mulher - Vai de carro?
Homem - Sim.
Mulher - Tem gasolina?
Homem - Sim.... coloquei.
Mulher - Vai demorar?
Homem - Não... coisa de uma hora.
Mulher - Vai a algum lugar específico?
Homem - Não... só rodar por aí.
Mulher - Não prefere ir a pé?
Homem - Não... vou de carro.
Mulher - Traz um sorvete pra mim!
Homem - Trago... que sabor?
Mulher - Manga.
Homem - Ok.. na volta eu passo e compro.
Mulher - Na volta?
Homem - Sim... senão derrete.
Mulher - Passa lá, compra e deixa aqui..
Homem - Não... melhor não! Na volta... é rápido!
Mulher - Ahhhhh!
Homem - Quando eu voltar eu tomo com você!
Mulher - Mas você não gosta de manga!
Homem - Eu compro outro... de outro sabor.
Mulher - Aí fica caro... traz de cupuaçu!
Homem - Eu não gosto também.
Mulher - Traz de chocolate... nós dois gostamos.
Homem - Ok! Beijo... volto logo....
Mulher - Ei!
Homem - O que?
Mulher - Chocolate não... Flocos...
Homem - Não gosto de flocos!
Mulher - Então traz de manga prá mim e o que quiser prá você.
Homem - Foi o que sugeri desde o começo!
Mulher - Você está sendo irônico?
Homem - Não tô não! Vou indo.
Mulher - Vem aqui me dar um beijo de despedida!
Homem - Querida! Eu volto logo... depois.
Mulher -
Depois não... quero agora!
Homem - Tá bom! (Beijo.)
Mulher - Vai com o seu ou com o meu carro?
Homem - Com o meu.
Mulher - Vai com o meu... tem cd player... o seu não!
Homem - Não vou ouvir música... vou espairecer...
Mulher - Tá precisando?
Homem - Não sei... vou ver quando sair!
Mulher -
Demora não!
Homem - É rápido... (Abre a porta de casa.)
Mulher - Ei!
Homem - Que foi agora?
Mulher - Nossa!!! Que grosso! Vai embora!
Homem - Calma... estou tentando sair e não consigo!
Mulher - Porque quer ir sozinho? Vai encontrar alguém?
Homem - O que quer dizer?
Mulher - Nada... nada não!
Homem - Vem cá... acha que estou te traindo?
Mulher - Não... claro que não... mas sabe como é?
Homem - Como é o quê?
Mulher - Homens!
Homem - Generalizando ou falando de mim?
Mulher - Generalizando.
Homem - Então não é meu caso... sabe que eu não faria isso!
Mulher - Tá bom... então vai.
Homem - Vou.
Mulher - Ei!
Homem - Que foi, cacete?
Mulher - Leva o celular, estúpido!
Homem - Prá quê? Prá você ficar me ligando?
Mulher - Não... caso aconteça algo, estará com celular.
Homem - Não... pode deixar...
Mulher - Olha... desculpa pela desconfiança, estou com saudade, só isso!
Homem - Ok, meu amor...
Desculpe-me se fui grosso. Tá.. eu te amo!
Mulher - Eu também! Posso futricar no seu celular?
Homem - Prá quê?
Mulher - Sei lá! Joguinho!
Homem - Você quer meu celular prá jogar?
Mulher - É.
Homem - Tem certeza?
Mulher - Sim.
Homem - Liga o computador... lá tem um monte de joguinhos!
Mulher - Não sei mexer naquela lata velha!
Homem - Lata velha? Comprei pra a gente mês passado!
Mulher - Tá..ok... então leva o celular senão eu vou futricar...
Homem - Pode mexer então... não tem nada lá mesmo...
Mulher - É?
Homem - É.
Mulher - Então onde está?
Homem - O quê?
Mulher - O que deveria estar no celular mas não está...
Homem - Como!?
Mulher - Nada! Esquece!
Homem - Tá nervosa?
Mulher - Não... tô não...
Homem - Então vou!
Mulher - Ei!
Homem - O que ééééééé, caralho?
Mulher - Não quero mais sorvete não!
Homem - Ah é?
Mulher - É!
Homem - Então eu também não vou sair mais não!
Mulher - Ah é?
Homem - É.
Mulher - Oba! Vai ficar comigo?
Homem - Não vou não... cansei... vou dormir!
Mulher - Prefere dormir do que ficar comigo?
Homem - Não... vou dormir, só isso!
Mulher - Está nervoso?
Homem - Claro, porra!!!
Mulher - Porque você não vai dar uma volta para espairecer?
Homem - Ah, vai tomar no c...
segunda-feira, 6 de setembro de 2010
Cuidado com os comentários!
Minha mulher e eu fomos a uma Feira de Animais e no primeiro box encontramos uma tabuleta que dizia:
" ESTE TOURO CRUZOU 50 VEZES NO ANO PASSADO".
Minha mulher, brincando cutucou-me nas costelas... Rindo, disse: "Hum, ele cruzou 50 vezes no ano passado. Uma vez por semana ..."
Continuamos caminhando e no próximo box estava uma tabuleta que dizia:
''ESTE TOURO CRUZOU 150 VEZES NO ANO PASSADO"
Minha mulher me deu um tapa nas costas e disse: "OPA! é mais do que duas vezes por semana!... Você poderia aprender alguma coisa com ele".
Continuamos nosso passeio e no outro box encontramos uma tabuleta que dizia em letras garrafais:
"ESTE TOURO CRUZOU 365 VEZES NO ANO PASSADO"
Continuamos nosso passeio e no outro box encontramos uma tabuleta que dizia em letras garrafais:
"ESTE TOURO CRUZOU 365 VEZES NO ANO PASSADO"
Minha mulher estava tão excitada que seu cotovelo quase quebrou minhas costelas: "Isto é uma vez por dia. Você REALMENTE poderia aprender alguma coisa com esse aí".
Eu olhei para ela e disse:
"Vá até ali e pergunte se foi com a mesma vaca velha".
Meu estado tem melhorado de crítico para estável e, se Deus quiser, devo ter alta dentro de um mês ou dois, sem sequelas.
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